sábado, 4 de fevereiro de 2012
Mahatma Gandhi: um grande pensador e feitor da Educação, de política e vida!
Fundou uma seção do Partido do Congresso e estabeleceu os fundamentos da resistência pacífica, o satyagraha, baseada nos princípios da luta sem violência e no sofrimento como instrumento para resistir ao adversário. Voltou à Índia (1915), apoiou os britânicos durante a primeira guerra mundial, mas o massacre em Amritsar (1919), no estado do Punjab, onde soldados britânicos mataram cerca de 400 indianos, fez com que iniciasse sua luta pela independência do país (1920), o resultou em um período na prisão (1922-1924). Ao ser libertado teve que trabalhar intensamente na reunificação das comunidades e do Partido do Congresso extremamente divididos entre hindus e muçulmanos. Após a notória campanha da desobediência contra o imposto do sal (1930), aceitou uma trégua com o Reino Unido e concordou em participar da II Conferência da Mesa Redonda (1931), em Londres, na qual mais uma vez reivindicou a independência de seu país.
Voltando à Índia em dezembro (1931), reassumiu a campanha da desobediência e foi novamente preso e condenado. Neste período manteve fundamentais contatos políticos com Jawaharlal Nehru, outro dos grandes líderes da futura nação indiana. Em protesto contra a decisão do governo britânico de segregar as castas inferiores, os párias (1932) fez mais uma de suas notórias greves de fome. Deixando o Partido do Congresso (1934) concentrou-se num programa de organização da nação a partir da luta em favor dos pobres, que incluía o incentivo às indústrias regionais e a implantação de um sistema de educação voltado para as necessidades do povo.
Com a eclosão da segunda guerra mundial, voltou à militância ativa e pediu a retirada imediata dos britânicos (1942), o que resultou na prisão dos principais dirigentes do Partido do Congresso. Terminada a guerra (1945) deu-se início a uma nova etapa nas relações indo-britânicas que resultou com a formação de dois estados independentes (1947): a Índia, majoritariamente hindu, e o Paquistão, muçulmano. Foi assassinado por um fanático hinduísta, enquanto rezava em Delhi, e suas cinzas foram lançadas no rio Ganges.
Fonte: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/
in.: http://www.brasilescola.com/biografia/mahatma-gandhi.htm
sábado, 5 de fevereiro de 2011
A pouco mais de um mês estive em Brasília, Distrito Federal, saudar a querida pessoa do “eterno” Presidente Lula e contemplar a posse da 1ª mulher presidenta em nosso país. Que arquitetura linda, quês praças bonitas, que organização, pareceu que estava em outro país, não no Brasil. Imagina quanto dinheiro foi investido na cidade. Compreendi o título dado a Juscelino de “ Cinquenta em cinco ”.
No entanto, enquanto passeava nas ruas com amigos e amigas todos educadores e de repente pensávamos em como Brasília com toda sua beleza, simboliza a pobreza do Brasil. É como se Brasília tivesse sido construída para que os governantes se refugiassem da triste realidade, principalmente econômica da população brasileira.
Como uma cidade quase “perfeita” como Brasília demonstra essa idéia?
Se pararmos para refletir, uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que no Brasil existe cerca de 16 milhões de analfabetos. Para o MEC, apesar de não serem inéditos, os dados do "Mapa do Analfabetismo" são "alarmantes". Milhões de reais chegam todos os meses à Brasília para investimento em educação. O Ministério de Educação juntamente com a UNESCO, o Inep, o PNAD, as conferências internacionais, os conceitos, as teorias educacionais, tantos recursos, tantos programas que poderiam melhorar a qualidade da educação, parecem até que não são compreendidos, não pelos educadores que em muitos casos dão suas vidas para melhorarem a realidade de suas salas de aula, mas das instâncias políticas, a nível nacional, estadual e municipal, onde possivelmente as verbas quando chegam, chegam em menos da metade. Somos um dos países mais alto em relação ao índice do analfabetismo. E enquanto a educação estiver entrelaçada a política, as secretarias governamentais, valendo votos para sicrano e fulano, onde quem é contratado é por amizade e não por concurso, por competência, não será fácil a transformação desse modelo de educação
Daí, os discursos que o professor precisa melhorar, professora tem culpa “nisso”, gestores culpa “naquilo”, alunos culpa naquilo outro, pais são culpados “daquilo” (não que não tenhamos nossas parcelas de culpa). Ou então, simplesmente dizemos: “A culpa é do sistema”, quando o sistema é um conjunto que cada um de nós fazemos parte . Quase nunca reconhecemos e verbalizamos com clareza que a culpa é do governo, das instâncias federal, estadual e municipal.
Infelizmente, dinheiro em Brasília é para manter padrão de vida alto. Já viu ruas sem esquinas? Em Brasília não tem esquinas. Dinheiro em Brasília é para enricar lares já milionários, para aumentar 62% nos salários dos deputados e senadores e 132% o da nova presidenta eleita, o dinheiro de Brasília e de seus ministérios é para intensificar a desigualdade social aumentando em contradição com os governantes apenas R$ 30,00 do salário do trabalhador. Trabalhador este que constrói as escolas, os hospitais, homens e mulheres que limpam as escolas para os filhos dos senhores deputados, dos senhores senadores, dos trabalhadores, que limpam as ruas para manterem organizadas as ruas onde moram, que recolhem os lixos de suas casas, fazem suas comidas, lavam e passam suas roupas, cuidam das plantas das praças, fazem parte de suas vidas despercebidamente.
Saúde, Educação, Lazer, moradia, são direitos sim; da elite brasileira, muito bem representada pela cidade de Brasília sustentada por nós: os que não brincam de trabalhar.
Continuemos na luta companheiros e companheiras!
Sejamos anunciadores sim, mas denunciadores do que nos mata dia a dia.
Teresa Raquel Silva
Professora pedagoga, formada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru. Funcionária pública da Prefeitura Municipal de Caruaru. Estudou na Escola de Fé e Política - Pe. Humberto Plummen. Integrante da Escola de Meditação. E Timoneira da Teia da Amizadesegunda-feira, 15 de novembro de 2010
Todos sabemos que o hábito da leitura é um grande estímulo à criatividade, imaginação, inteligência, e à capacidade verbal e de concentração das crianças. Sabemos também que os livros deveriam estar presentes no dia-a-dia das crianças, do mesmo modo que seus brinquedos. Os livros nos enriquece a todos e nos leva a mergulhar em aventuras, histórias, e em riquíssimas informações. O livro é uma grande janela para a formação em todos os sentidos.Pablo Zevallos
Mais que aluno: gente!
Ser solidário com o educando no processo de avaliação significa acolhê-lo em sua situação específica, ou seja, como é e como está nesse momento, para, a seguir, se necessário, confrontá-lo e reorientá-lo amorosamente, para que possa construir-se a si mesmo como sujeito que é (ser), o que significa construir-se como sujeito que aprende (aquisição de conhecimentos), como sujeito que age (o fazer) e como sujeito que vive com outros (tolerância, convivência, respeito).
Cipriano Carlos Luckesi


