segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

RESULTADO FINAL DO 1º ANO "B"/ ZACARIAS TAVARES


ESCOLA PE. ZACARIAS TAVARES

PROFESSORAS: TERESA RAQUEL E ELAYNE MICHELLE

SÉRIE: 1º ANO “B”

RESULTADO FINAL

NOME DO ALUNO
MÉDIA FINAL E OU APÓS RECUPERAÇÃO
1.      ALISSON ANTONY
APROVADO   / 6,0
2.      ALYSON WILLIAN SANTOS
APROVADO  POR MÉDIA / 6,5
3.      ALYSSON HENRIQUE
APROVADO  POR MÉDIA / 6,5
4.      AMANDA SOARES SILVA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
5.      ANA PAULA SANTOS SILVA
APROVADA  / 6,0
6.      ANNE KELLY
APROVADA  POR MÉDIA / 6,5
7.      ARIUSCA RAYANE DE LIMA
APROVADA   / 6,0
8.      BRUNO EMANUEL COSTA
APROVADO   / 6,0
9.      CAMILA APARECIDA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,0
10.  CYNTHIA FRANCIELLE LIMA
APROVADA  POR MÉDIA / 6,0
11.  DANIELA FERREIRA SILVA
APROVADA  POR MÉDIA / 6,0
12.  DANIEL FRANCISCO SOUZA NETO
APROVADO  / 6,0
13.  DEYVID JHONI TEODORO
APROVADO  POR MÉDIA / 7,0
14.  EDJAIR BRAZ SANTOS
APROVADO  POR MÉDIA / 7,0
15.  EDNA ANDRADE SANTOS
APROVADA  POR MÉDIA / 6,0
16.  EMERSON DE SOUZA
DESISTENTE/REPROVADO
17.  FERNANDA FERREIRA
APROVADA  POR MÉDIA / 6,0
18.  FLAMEL FELIPE DE LIMA
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
19.  GABRIELLA BEZERRA DE OLIVEIRA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
20.  GABRIEL SANTOS MENDES
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
21.  GIOVANI MARCELINO BARBOSA JUNIOR
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
22.  GISLAINY MISUKOSHI DE OLIVEIRA
APROVADA POR MÉDIA / 8,0
23.  IALLY NAIARA MOTA GENUINO
APROVADA POR MÉDIA / 6,5
24.  ISABELA PEREIRA SILVA
APROVADA POR MÉDIA / 7,5
25.  JARDIELY ALVES SILVA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,0
26.   JOSEFA MILENA DE OLIVEIRA ALVES
APROVADA  POR MÉDIA / 6,5
27.  JOYCE LARYSSA DO NASCIMENTO
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
28.  JUDÁ BENHUR PEREIRA SILVA
APROVADO  POR MÉDIA / 7,0
29.  JULIANA BEZERRA SILVA
APROVADA  / 6,0
30.  JULIANA DAVI
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
31.  LIEDJA SOUZA SILVA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
32.  LUCAS JOSÉ NASCIMENTO
APROVADO  POR MÉDIA / 8,0
33.  LUCIENE GONÇALVES SANTANA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,0
34.  MANUELA APARECIDA
APROVADA   / 6,0
35.  MARIA HELENA MARTY
APROVADA  POR MÉDIA / 8,0
36.  MARIA HELOISA SANTOS
APROVADA  / 6,0
37.  MARIA LAURA SILVA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,5
38.  MARIA LILIANE BEZERRA SILVA
APROVADA  / 6,0
39.  MATHEUS MAURICIO DE LIMA
APROVADO  POR MÉDIA / 6,5
40.  RAFAEL JONATHAN MENDES
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
41.  RAYANA MICHELE SANTOS
APROVADA  / 6,0
42.  RAYANE PRISCILLA DIAS QUIRINO
APROVADA  / 6,0
43.  RUDSON GOMES DA COSTA
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
44.  THAIS MARIA OLIVEIRA
APROVADA  POR MÉDIA / 7,0
45.  VANESSA PATRÍCIA BARBOSA
APROVADA  POR MÉDIA / 6,0
46.  VICTOR HENRIQUE SILVA
APROVADO  POR MÉDIA / 6,5
47.  VITAL PINHEIRO SANTOS
APROVADO  POR MÉDIA / 6,5
48.  WALISSON JHONANTAN SOARES
APROVADO  POR MÉDIA / 7,0
49.  WESLLEY AUGUSTO RAMOS
APROVADO  POR MÉDIA / 6,0
50.   
 
51.   
 

 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

AS FASES DE UMA REDAÇÃO

Como fazer redação

Normalmente a redação é pedida nos vestibulares, concursos e até mesmo na hora de procurar emprego. Veja algumas dicas para escrevê-la.

Algumas pessoas acabam tendo bastante dificuldade quando precisam redigir um texto, ainda mais quando se trata de uma redação para concurso ou vestibular. No entanto, além da dificuldade que algumas delas encontram em redigir um texto, outras não conseguem nem ao menos começar a fazer uma redação, pois desconhecem as regras de como redigir um texto dissertativo (no caso de uma redação dissertativa).

Existem vários tipos de redação: dissertação, narração e descrição. A dissertação é a mais comum de todas, já que aparece bastante em concursos e vestibulares e em exames como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
                                             Mão segurando uma caneta e escrevendo em um papel

Como fazer uma redação dissertativa?

Para fazer uma boa redação dissertativa é preciso conhecer a estrutura da mesma, a qual é dividida em três etapas: introdução, desenvolvimento e conclusão.

• Introdução

Na introdução, é necessário expor as ideias que serão tratadas no desenvolvimento, onde se deve fazer uma pequena síntese do tema abordado. Esta etapa da redação não deve ultrapassar 5 linhas.

• Desenvolvimento

Já no desenvolvimento, deve-se colocar tudo o que conhece sobre o assunto em questão e também verificar se você é a favor ou contra aquele determinado tema.

• Conclusão

A conclusão é a etapa final da redação, onde é necessário que você conclua o pensamento apresentado na introdução e também tente apontar uma possível solução para o problema.

Importância da leitura

Geralmente, pessoas que leem bastante tem mais facilidade na hora de redigir um texto. Por isso, aposte na leitura de jornais, revistas e livros, que além de ampliar o vocabulário, ainda permitem que você fique a par dos principais acontecimentos, já que é importante conhecer o tema para conseguir expressar suas opiniões na hora da redação.

Fonte: Blog 007

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O PROFESSOR DE PROINFO E O COMPROMISSO SOCIAL


O PROFESSOR DE PROINFO E O COMPROMISSO SOCIAL

            [...] educar em uma sociedade da informação significa muito mais que treinar as pessoas para o uso das tecnologias de informação e comunicação: trata-se de investir na criação de competências suficientemente amplas que lhes permitam ter uma atuação efetiva na produção de bens e serviços, tomar decisões fundamentadas no conhecimento, operar com fluência os novos meios e ferramentas em seu trabalho, bem como aplicar criativamente as novas mídias, seja em usos simples e rotineiros, seja em aplicações mais

sofisticadas. (...) de modo a serem capazes de lidar positivamente com a contínua e acelerada transformação da base tecnológica”.

                                                                             (TAKAHASHI, 2000, p. 45).

 
            Como propõe o autor, mais que informações, o “centro tecnológico” das escolas, ou as conhecidas “salas de informática”, precisa investir numa atuação que colabore com a vida de cada educando/a da unidade escolar. De maneira que o mesmo perceba que a tecnologia necessita ser utilizada a favor da vida humana. Logo, a importância de sermos em nossas salas de PROINFO, mais que técnicos de informática, ou de pessoas que colocam joguinhos quando falta um professor na escola, fazendo da sala algo superficial onde as crianças, nossos jovens e adultos creiam que vão pra lá apenas jogarem ou simplesmente acessar suas redes sociais, ou pior, que seja lembrado pelos educandos/as como: “faltou professor, vamos ao PROINFO”.
            O professor da sala de PROINFO é desafiado todos os dias a inovar suas aulas, convidando os alunos a usarem as tecnologias com compromisso e responsabilidade. Uma vez que, muitos consideram a internet uma estrutura anárquica, no sentido de não se ter mais controle sobre ela, é preciso educar nossos educandos e educandas a utilizá-la para que não sejam manipulados pelos artifícios que muitos usam para práticas irregulares, a exemplo de diálogos com pedófilos, deixar comentários em fóruns, blogs ou outros sites com ideias racistas, preconceituosas, violentas, mal educadas, pirataria, entre outras ilegalidades.
            Como todos sabem a internet tem coisas muito boas, inclusive para nosso crescimento pessoas, espiritual e intelectual, como também, conteúdos que podem ser convertidos, a exemplo de uma pesquisa que pode ser feita e elevar os conhecimentos do pesquisados, ao que “rouba ideias” dos outros, com o famoso “ctrl c, ctrl v” e ainda é desonesto com o professor a ponto de confirmar a criação, não passando a mesma de um plágio.
            Fica-nos o convite de nunca esquecermos que somos professores, que a sala de PROINFO é uma sala de aula como outra, onde o PC fará o papel do caderno, do livro, do dicionário e o teclado fará o papel do lápis, da caneta, da borracha.
 Enfim, somos professores e professoras e as exigências diante da globalização exigem de nós praticidade, criatividade e responsabilidade social. Como dizia Freire, é preciso que ultrapassemos nossas “áreas de conforto” e sejamos educadores e educadoras, pelo compromisso que aceitamos quando decidimos trabalhar com VIDAS dentro da instituição escolar.
            Como disse silenciosamente a gravura acima, que dos nossos pc´s sejam produzidos muitas coisas boas, jogos sim, com a finalidade, por exemplo, de estimular o raciocínio lógico, rede social sim, com a finalidade de informar coisas úteis, de dialogar respeitosamente com o outro, Google sim, com a finalidade de pesquisar de verdade, de ler, e após recriar o que foi lido, o que foi pesquisado.
   
            Que seja nossas salas de PROINFO, não sejam salas onde se amontoam as crianças, os jovens ou os adultos, mas que seja um espaço colaborativo das aprendizagens. Um recurso a mais para se aprender, uma sala de aula onde o caderno é o PC e o lápis o teclado.


                   Abraços fraternos!

                  Teresa Raquel Silva

Professora do Colégio Municipal Álvaro Lins.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

As letras K, W e Y são consideradas consoantes ou vogais?
Conforme o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa, as letras K, W e Y foram incluídas no alfabeto e obedecem às regras gerais que caracterizam consoantes e vogais. Do ponto de vista fonético-fonológico, consoante é um fonema pronunciado com a interrupção do ar feita por dentes, língua ou lábios. Já a vogal é um fonema pronunciado com a passagem livre do ar pela boca. Outra distinção entre um grupo e outro de letras recai sobre a pronúncia: a consoante precisa de uma vogal para formar sílabas e ser pronunciada, e a vogal, não. Ela se basta.
Seguindo essas regras, o Y é uma vogal, já que foi traduzido do alfabeto grego como I e mantém esse som nas palavras em que é usado, como em ioga. Quando aportuguesada, a palavra originalmente grafada com Y passa a ser grafada com I - como em iene, moeda japonesa. O K corresponde, em português, ao som do C ou QU - como vemos em Kuait -, sendo considerado consoante. Já o W deve ser empregado de acordo com sua pronúncia na língua original, isto é, ora com som de V, quando proveniente do alemão (como Wagner), ora com som de U, quando de origem inglesa (caso de web). Com isso, a letra W é considerada consoante ou vogal, conforme o uso.
Prof. Clóvis
GUIA PRÁTICO DA NOVA ORTOGRAFIA
Mudanças no alfabeto
O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y.
O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V WX Y Z
As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações.
Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.
Trema
Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.
Como era: agüentar, argüir, bilíngüe, cinqüenta, delinqüente, eloqüente,ensangüentado, eqüestre, freqüente, lingüeta, lingüiça, qüinqüênio, sagüi,seqüência, seqüestro, tranqüilo,
Como fica: aguentar, arguir, bilíngue, cinquenta, delinquente, eloquente, ensanguentado, equestre, frequente, lingueta, linguiça, quinquênio, sagui, sequência, sequestro, tranquilo.
Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.
Mudanças nas regras de acentuação
1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era: alcalóide, alcatéia, andróide, apóia, apóio(verbo apoiar), asteróide, bóia,celulóide, clarabóia, colméia, Coréia, debilóide, epopéia, estóico, estréia, estréio (verbo estrear), geléia, heróico, idéia, jibóia, jóia, odisséia, paranóia, paranóico, platéia, tramóia.
Como fica: alcaloide, alcateia, androide apoia, apoio (verbo apoiar), asteroide, boia, celuloide, claraboia, colmeia, Coreia, debiloide, epopeia, estoico, estreia, estreio(verbo estrear), geleia, heroico, ideia, jiboia joia, odisseia, paranoia, paranoico, plateia tramoia.
Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis.
Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.
2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como era: baiúca, bocaiúva, cauíla, feiúra.
Como fica: baiuca, bocaiuva, cauila, feiura.
Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece.
Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.
3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como era: abençôo, crêem (verbo crer), dêem (verbo dar), dôo (verbo doar), enjôo, lêem (verbo ler), magôo (verbo magoar), perdôo (verbo perdoar), povôo (verbo povoar), vêem (verbo ver), vôos, zôo.
Como fica: abençoo creem (verbo crer), deem (verbo dar), doo (verbo doar), enjoo, leem (verbo ler), magoo (verbo magoar), perdoo (verbo perdoar), povoo (verbo povoar), veem (verbo ver), voos, zoo.
4. Não se usa mais o acento que di-ferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como era: Ele pára o carro. Ele foi ao póloNorte. Ele gosta de jogar pólo. Esse gato tem pêlos brancos. Comi uma pêra.
Como fica: Ele para o carro. Ele foi ao polo Norte. Ele gosta de jogar polo. Esse gato tem pelos brancos. Comi uma pera.
Atenção: Permanece o acento diferencial em pôde/pode.
Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular.
Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular.
Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição.
Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.
Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.).
Exemplos: Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros. Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba. Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra. Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes. Ele detém o poder. / Eles detêm o poder. Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.
É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/ fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.
6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir, etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo.
Veja: a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas.
Exemplos:
verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.
verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam.
b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas.
Exemplos: (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras): verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem. verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam.
Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.
Uso do hífen
Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo. As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, in-fra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice, etc.
1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.
Exemplos: anti-higiênico, anti-histórico, co-herdeiro, macro-história, mini-hotel, proto-história, sobre-humano, super-homem, ultra-humano.
Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).
2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento.
Exemplos: aeroespacial, agroindustrial, anteontem, antiaéreo, antieducativo, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, coedição, extraescolar, infraestrutura, plurianual, semiaberto, semianalfabeto, semiesférico, semiopaco.
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s.
Exemplos: anteprojeto, antipedagógico, autopeça, autoproteção, coprodução, geopolítica, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo, ultramoderno.
Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen.
Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.
4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras.
Exemplos: antirrábico, antirracismo, antirreligioso, antirrugas, antissocial, biorritmo, contrarregra, contrassenso, cosseno, infrassom, microssistema, minissaia, multissecular, neorrealismo, neossimbolista, semirreta, ultrarresistente, Ultrassom.
5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal.
Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque micro-ondas micro-ônibus semi-internato, semi-interno.
6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante.
Exemplos: hiper-requintado, inter-racial, inter-regional, sub-bibliotecário, super-racista, super-reacionário, super-resistente, super-romântico.
Atenção: Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.
Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.
7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal.
Exemplos: hiperacidez, hiperativo, interescolar, interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superinteressante, superotimismo.
8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen.
Exemplos: além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno, ex-diretor, ex-hospedeiro, ex-prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu, recém-casado, recém-nascido, sem-terra.
9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.
Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.
11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição.
Exemplos: girassol, madressilva, mandachuva, paraquedas, paraquedista, pontapé.
12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.
Exemplos: Na cidade, conta-se que ele foi viajar.
O diretor recebeu os ex-alunos.
Resumo
Emprego do hífen com prefixos.
Regra básica - Sempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem.
Outros casos:
1. Prefixo terminado em vogal: Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.
Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.
Sem hífen diante de r e s.
Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas.
2. Prefixo terminado em consoante:
Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.
Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.
Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.
Observações:
1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc.
Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.
3. O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.
5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.

10 DICAS PARA UMA BOA REDAÇÃO

Conhecemos os 10 mandamentos de Deus que nos alerta sobre pecados que atrapalham nossa vida e podem ter consequências gravíssimas! Assim também acontece na redação, há erros bastante cometidos pelas pessoas, sem maiores preocupações! Mas é bom ficar alerta, pois o julgamento das bancas é rigoroso e não há ninguém que possa corrigir seus erros depois! Então, em um trocadilho com as leis bíblicas, o ideal é se arrepender enquanto pode e não cometê-los mais!

Vejamos os dez mandamentos para que sua redação surpreenda a banca:
1) Não escreva difícil, usando palavras para parecer que sabe de tudo! Prefira uma linguagem mais simples. Não falo aqui do uso de coloquialismo, sem restrições!

2) Críticas sem fundamento, sem objetivo não devem ser feitas. A análise sobre algo deve ser realizada baseada em fatos, acontecimentos reais. Sempre aponte soluções coerentes para os problemas levantados.

3) Uso de palavrões, jargões, gírias e coloquialismo é proibido!

4) A linguagem do msn ou orkut deve ficar em casa. Nunca abrevie palavras: vc, qdo, msm, dentre outras. Exceção: etc.

5) Não faça repetição desnecessária de palavras! O texto fica enfadonho e pobre, pois o leitor verá que você não tem muita leitura, uma vez que não tem muito vocabulário. Use sinônimos: menina, garota, criança, guria.

6) Não “encha linguiça”, como dizem! Uns dizem coisas sem sentido, outros falam a mesma coisa várias vezes, de vários modos. Seja objetivo, claro. Melhor qualidade do que quantidade. No entanto, processos seletivos exigem o mínimo de 15 linhas. Escreva sobre algo que você tenha conhecimento. Baseie-se (não copie) em um texto da coletânea, nas ideias expostas ali. Faça um parágrafo para introdução, um para o desenvolvimento e um para a conclusão, pelo menos!

7) Não esqueça a cedilha no “c”, o cortado do “t”, o pingo do “i”, as letras maiúsculas em nomes próprios!

8) Coloque ponto final! Começou um novo argumento, uma nova ideia? Coloque ponto final e não vírgula! Os períodos ficam tão confusos que o leitor não sabe nem mais qual é o assunto inicial ou quem é o sujeito do período!

9) Faça a concordância verbal. Se o sujeito está no plural, o verbo também deverá estar! Ficou em dúvida? Leia a oração e identifique o sujeito, quem pratica a ação.

10) Releia o texto! É impossível tentar organizar melhor o texto, corrigir os erros e tirar nota boa sem reler o que se escreveu! Detalhe: Coloque-se no lugar de um leitor que não sabe nada sobre o assunto abordado em seu texto e se pergunte: Será que ele entenderia sobre o que estou escrevendo e o meu ponto de vista?

Saiba que mandamentos foram feitos para serem seguidos, mas não como obrigação ou por imposição, mas para nosso bem! Pense nisso!
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ELISETE LOPES 8ºA/ 8ºB/ 9ºA/ 9ºB

1ª AVALIAÇÃO - PRODUÇÃO TEXTUAL (0 A 10)
2ª AVALIAÇÃO - 06/06/12 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO (0 A 10)
3ª AVALIAÇÃO - 11/06/12 - NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO (0 A 10).
...
PARA AS TURMAS DO TEXTO, AS QUAIS FORAM DIVIDIDAS EM 1,2 E 3 SEGUE AS TEMÁTICAS ABAIXO:

1- FALTA DE COMPROMISSO DAS INSTÂNCIAS GOVERNAMENTAIS PARA COM O POVO.
2- VIOLÊNCIA NA SOCIEDADE: PROBLEMA DO POVO OU DO GOVERNO.
3- EDUCAÇÃO: UMA QUESTÃO QUE TRANSCENDE A ESCOLA.

QUE O SENHOR DEUS, ILUMINE NOSSAS MENTES COM PAZ E LUZ!
ABRAÇOS FRATERNAIS!

TERESA RAQUEL SILVA

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ÁFRICA, AFRODESCENDÊNCIA E EDUCAÇÃO

Ao falar de África, é bom ter presente que estamos falando de grupos populacionais ou étnicos diferentes, com características socioculturais próprias e com suas próprias línguas, artes e seus próprios costumes. Na África, sagrado e profano não constituem setores separados. O sagrado perpassa toda a vida da comunidade. O sagrado não é um fenômeno dominical. As instituições tais qual a família, o casamento, a organização social, são elas mesmas de natureza religiosa.
Deste jeito, crença e organização social estão intimamente ligadas e ambas deveriam dos antepassados, isto sé daqueles que mesmo mortos são concebidos como atores sociais no grupo, participam da vida do grupo e a influenciam. É o antepassado quem dita as regras e normas de conduta; é o antepassado quem manda a chuva, fecunda a terra e as mulheres. (Lundin,1992)
A religião se torna, portanto, um sistema de símbolo que define como o mundo é e estabelece uma postura que a pessoa deverá ter ao longo de sua vida. Estabelecer uma postura que uma pessoa deverá ter ao longo de sua vida; estabelece um modo de sentir, viver e agir. Tudo mergulha no sagrado e só tem sentido no âmbito das práticas religiosas.
A religião penetra todos os aspectos da vida, e por isso, não se pode fazer uma distinção formal entre o que se considera sagrado e secular. Onde se encontra o individuo, ai esta a religião no seu aspecto global.
As religiões africanas são partes integrantes de todos os aspectos da vida das comunidades e são chamadas religiões comunitárias, o sistema religioso é uma fonte de onde toda a vida depende e que lhe confere um significado extremamente importante. Os mais velhos tem a posição de mais próximo dos espíritos dos antepassados e exerce a função de mediador entre os vivos e os mortos que o responsabilizam pelas tarefas de poder e pela manutenção da ordem que os espíritos criaram e querem que se mantenha.
Nas sociedades Africanas permeadas pela a presença "dos antepassados que constituem na soma dos vivos, dos que ainda por nascer". (Lundin, 1992, p.44)
Evangelizar significava "civilizar" de acordo com os parâmetros ocidentais, significa educar para ser um "assimilado". E assim o cristianismo conseguiu impor-se tirando o "assimilado", o "convertido" do seu mundo cultural, religioso e familiar.
A população que vivia nas aldeias e nas tribos já não tinha seus chefes e suas terras. Foram-lhes impostos novos "chefes governamentais", totalmente desconhecidos e pertencentes a outros grupos étnicos. Continuou assim o triste processo forçoso de alteração das tradições, das estruturas sociais e psicológicos das tribos e das pessoas que tinham que abandonar sua terra, seus antepassados, seus lugares sagrados e ocupar as terras de outros.
Com toda essa mudança sociocultural, a sociedade ficou doente, entrou numa desordem social total. Os ritos de iniciação que constituíam para os jovens, estes momentos bem definidos e marcantes de sua personalidade, tanto em nível pessoal como social e religioso, foram desaparecendo sem ser substituído.
Os jovens desta geração perderam o contato com os seus pais, com os mais velhos da sua aldeia, muitos jovens e muitas crianças se encontram agora totalmente desenraizados do seu povo, da sua aldeia e da sua cultura, sem nenhum ideal pelo qual lutar.
Tudo isso deu lugar aos fenômenos da marginalidade, de prostituição, da droga, da corrupção, acompanhado pela grande desvalorização do ser humano.
Não podemos esquecer também o crescente fenômeno de urbanização, cada vez mais caótico e que leva ás periferias das cidades grandes número de pessoas que fogem das guerras, das calamidades naturais, que estão á procura de emprego ou de melhores condições e qualidade de vida. Por isso, urge realizar um trabalho árduo e dinâmico de recuperação, das raízes profundas do povo atual a superar a crise e o vazio ético em consequência da imposição cruel de um modo de pensar e agir da sociedade moderna ocidental.
Portanto a terra não só simboliza a fertilidade e a vida, mas também o local sagrado que pertenceu e onde viveram e morreram seus antepassados, sair da terra da sua aldeia ou tribo significa romper com suas raízes culturais, perder sua identidade e romper com sua comunidade.
No Brasil os negros experimentaram, no Brasil colonial uma realidade que se encarregou de mantê-los em uma situação de subalternidade, sendo alocados na base de uma sociedade sustentada pelo trabalho escravo. Toda a inferioridade que é remetida, pela via Lusitânia, ao trabalho escravo se encarrega de confundir ás características subalternas do trabalho, o escravo, com a cor da pele dos indivíduos que o realizam, os negros, que eram marginalizados pelas representações culturais que se sedimentaram no regime escravocrata.

Dhiogo Jose Caetano
Graduando da UEG-Universidade Estadual de Goiás
Palavras-Chave: Educação, Religião, Sagrado, Símbolo, Trabalho, População, Cristianismo e negros.